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Chitãozinho e Xororó fazem mistério sobre projeto para novo álbum

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A estreia no Rio, em 1990, da dupla Chitãozinho & Xororó, dois paranaenses radicados em Campinas, no interior de São Paulo, foi prenunciada por uma tragédia. “A gente ia se apresentar no Canecão e o lugar pegou fogo antes do início da nossa temporada”, lembra Xororó. “Fiquei aliviado, porque tinha medo da reação da plateia.”

Com cinco décadas de estrada, os intérpretes de Evidências celebraram e trabalharam na mesma proporção. Foram homenageados com uma série documental na Globoplay, intitulada As aventuras de José e Durval, e lançaram um EP, Outros Cantos, em parceria com Milton Nascimento, fortalecendo a união do sertanejo com a MPB.

O show aconteceu meses depois e se mostrou um dos maiores sucessos da trajetória da dupla. E, se antes eles eram recebidos por carantonhas e narizes torcidos dos chamados formadores de opinião, hoje viraram a ponta de lança de um movimento hegemônico no país há mais de quatro décadas. Essa trajetória foi fundamental para que os artistas fossem eleitos Homens do Ano na categoria Música no Men Of The Year de 2023.

Durante a festa de premiação realizada nesta terça-feira (5), em São Paulo, eles celebraram o prêmio. “Nos começamos a nossa carreira há mais de 50 anos e a gente nunca esperou conquistar um espaço tão importante assim no cenário da música brasileira”, ressaltou Chitãozinho.

“Cantamos algo que a gente ama desde a infância — começamos vocês sabem aos 10, 12 anos de idade. E cantar música caipira, a gente dizia que nossa música era proibida na luz do dia, porque só tocava na rádio de noite e madrugada, e ainda na AM. Aos poucos fomos abrindo portas, janelas”, comentou Xororó.

Agora, eles olham para o futuro e o projeto de está no horizonte. Chitãozinho manifestou o desejo de recriar, da mesma maneira que fizeram com Tom Jobim e muitos outros, o cancioneiro mais tradicional da música caipira. “A vantagem de contar com uma carreira longa como a nossa é a boa memória para escolher um repertório”, brinca.

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