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De olho em popularidade, streaming investe em séries sobre o sertanejo

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É inegável que o sertanejo é um sucesso. Por mais que o Brasil seja considerado o país do samba, o gênero tem feito seu nome e ganhado cada vez mais espaço na rotina dos brasileiros. Além de conquistar o público por todo o país, o sertanejo se destacou ao ponto de tomar conta de plataformas de streaming, com produções sobre grandes nomes do gêneros bombando ou prestes a chegar aos catálogos.

Nada melhor para provar o sucesso do sertanejo do que os números: de acordo com dados divulgados pelo Spotify no último dia 1º, Gusttavo Lima, Marília Mendonça, Jorge & Mateus e Henrique & Juliano elencam o Top 5 de artistas mais ouvidos do ano.

Quando o assunto é o feminejo, o sucesso é o mesmo: Marília Mendonça, vítima de um acidente aéreo em 5 de novembro, elenca o topo de ranking, enquanto Maiara & Maraisa estão em segundo lugar, logo após a amiga e parceira de negócios. Além disso, a música mais ouvida do ano é Batom de Cereja, da dupla Israel & Rodolffo.

Sucesso no streaming


Com esse sucesso crescente, considerando que este é o segundo ano seguido que o gênero toma conta das músicas mais ouvidas do ano, que gigantes do streaming, como Netflix e Globoplay, investem em séries e documentários sobre o mundo do sertanejo. A “locadora vermelha” é dona de três produções sobre o gênero, enquanto a plataforma da Globo lança, no ano que vem, duas séries.

A Netflix deu play e estreou, neste mês, É o Amor: Família Camargo, série documental sobre Zezé di Camargo e Wanessa Camargo. Projetado inicialmente como os bastidores da gravação do disco entre pai e filha, o seriado entrega a intimidade do clã que faz sucesso na música sertaneja.

Ao contrário das séries documentais chapa-brancas que povoam o streaming, É o Amor: Família Camargo mostra o lado bom e ruim dos cantores famosos.

“Eu já tinha passado por outras experiências, né? Primeiro foi com o filme Dois Filhos de Francisco que mostrou a minha história e ali muita coisa era verdadeira, quase 90%. Diria que teve dois ou três pontos que, eu não diria nem que foi ficção, mas que tiveram que passar por alguns ajustes para se adaptar melhor à história. A série já não tem nada disso. Ela foi gravada em real time com a gente e nós não somos atores. Eu não sei fingir”, afirmou o cantor.

A gigante do streaming também lança Só se For por Amor, em uma série focada no sertanejo sofrência. A trama, que será lançada no ano que vem, é ambientada em Goiás e foi inspirada nas letras das músicas sertanejas para desenvolver uma trama sobre relacionamentos, corações partidos, ambição, fama e sucesso. A série será estrelada por Lucy Alves, Filipe Bragança e Agnes Nunes, que faz seu primeiro trabalho como atriz.

Já a Globoplay lança, no ano que vem, Rensga Hits! e As Aventuras de José & Durval. A primeira acompanha a trajetória de Raíssa (Alice Wegmann), uma jovem e talentosa compositora recém-chegada à Goiânia. Em sua trilha até o sucesso, ela se depara com intrigas, desafios, novas amizades e até mesmo um novo amor. Já a segunda é uma obra inspirada na vida e nas canções da dupla Chitãozinho & Xororó, que será interpretada pelos irmãos Felipe e Rodrigo Simas.

Bastidores e vida real


Renato Sertanejeiro, youtuber e empresário focado na música sertaneja, afirma que é natural que o sertanejo ganhe cada vez mais evidência, já que o gênero só cresce e se destaca no país.

“Essas plataformas de streaming não estão só investindo em documentários do sertanejo. O Thiaguinho lançou, a Lumilla lançou. Mas o sertanejo vai ser o segmento que mais tem produções, que mais vende, que mais atrai pessoas. É a música popular brasileira, a mais ouvida. E com certeza documentários vem para ficar. Eles vão se pulverizar em artistas aqui do Brasil”, afirma, em entrevista ao Metrópoles.

O especialista ainda alega que o fato dos sertanejos serem mais próximos de seu público, ajuda com o sucesso de produções: “Os artistas sertanejos jogam mais com a verdade, com a realidade. E o povo gosta de ver os artistas nos bastidores. E os sertanejos conseguem entregar isso melhor do que os outros”.

O empresário também diz que, com o tempo, é possível que esses documentários “casem” com o lançamento de músicas e EPs dos artistas sertanejos, mostrando os bastidores das produções e os “perrengues chiques” que os famosos também enfrentam. “Vai ter uma sinergia grande entre lançamentos de DVDs, músicas, EPs, mostrando os bastidores das criações. Vai ser um match legal”, comentou.

O que não pode faltar são os bastidores, aquilo que não é visto normalmente. Os artista estão cada vez mais expostos, e um documentário mostrar o que não é exposto gera atração do público. Uma resenha na casa do artista, mostrar como ele conversa com amigos, como ele cria uma música, como cria um show, viagens, rotina fora dos palcos, mostrar a realidade por trás de um grande nome. Isso é o que mais atrai.

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